Apreensão de Remédios Falsificados Aumenta no Brasil - Rádio Sentinela do Vale

Gaspar / SC
31 de Outubro de 2020

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Apreensão de Remédios Falsificados Aumenta no Brasil

A apreensão de remédios falsificados aumentou no Brasil. Nos seis primeiros meses deste ano foram recolhidos quase 63 mil comprimidos. Isso representa mais da metade do total apreendido em 2009.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apreendeu também 86 toneladas de remédios contrabandeados, sem nenhum registro.

Francisco já comprou remédio falsificado. “Quando abri, o comprimido parecia aquelas de colocar embaixo da língua, tomei e minha pressão foi pra 13 por 9”, conta.

A primeira dica para não cair no golpe é nunca comprar remédios em camelôs, apenas na farmácia. De preferência conhecida e que tenha um farmacêutico responsável.

Conferir os itens de segurança da caixinha para ver se o lacre do produto não foi aberto e a data de validade com o número do lote, também são atitudes importantes. “Acho importantíssimo porque podem colocar coisas que não têm nada a ver.”

Comprar o remédio pela internet pode ser ainda mais perigoso. Se não for farmácia legalizada, aberta ao publico, que ofereça serviço de compra pela internet, a dica é não comprar.

Como reconhecer um remédio falsificado?

Como se proteger das falsificações?
1. Só tome medicamentos por receita do seu médico

Não siga
conselhos de vizinhos, familiares ou dos balconistas da farmácia: apenas tome medicamentos receitados por seu médico. Caso contrário, pode haver surpresas com doses erradas, efeitos imprevistos ou até agravamento da doença por tomar remédios errados ou sem efeito.

2. Medicamentos só devem ser comprados em farmácias e drogarias, de preferência nas já conhecidas

Nunca
compre medicamentos em feiras ou em ambulantes. Cuidado com promoções ou liquidações: preços muito baixos podem indicar origem duvidosa do remédio.

3.Exija sempre a nota fiscal e a guarde com você

Exija sempre a Nota Fiscal da farmácia ou drogaria. Nela deve constar, além do nome do medicamento, o número do lote. Guarde com você a nota fiscal, a embalagem e a cartela ou frasco do medicamento que está sendo usado. Eles são comprovantes, em caso de irregularidade, para você poder dar queixa.

4.Se o medicamento não funcionar, procure o médico

Se um tipo de remédio que sempre foi
eficaz deixou de fazer efeito de repente ou se a pessoa que está usando o remédio piorar, vá a um médico. Ele deve corrigir o tratamento da doença e pode mandar um medicamento considerado suspeito à Vigilância Sanitária.

5.Verifique a embalagem do remédio antes de comprar

Na embalagem, devem estar:

  • a data de validade do produto;
  • o nome do farmacêutico responsável pela fabricação e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia (o registro do farmacêutico responsável deve ser do mesmo Estado em que a fábrica do medicamento está instalada);
  • o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde.

    Cuidado com:
  • rótulos mal impressos, rasgados, rasurados ou com alguma informação que pareça ter sido apagada ou raspada;
  • bulas que pareçam ser cópia xerox;
  • embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou estejam apagados e borrados.

    Verifique se o número do lote (impresso na parte de fora) é igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna. Todos os xaropes e soros (e outros medicamentos líquidos) devem vir com lacre. A bula não pode ser uma cópia xerox. Se a bula do medicamento não for original, não aceite o produto.

    Se você for aplicar uma injeção na própria farmácia ou drogaria, compre primeiro o remédio e verifique todos os itens acima. Só depois disso peça para fazer a aplicação, que deve ser supervisionada por um farmacêutico.

    Se você já conhece bem um remédio e costuma usá-lo, verifique se a embalagem mudou de cor, formato ou se o tamanho das letras no nome do produto foi alterado. Veja também se o sabor, a cor ou a forma do produto mudou.

    Peça ajuda ao farmacêutico responsável pela farmácia ou drogaria para identificar os itens acima.

    6.Em caso de suspeita ou diferença encontrada
  • Ligue grátis para o Disque Saúde (0800-611997) e peça orientação;
  • Entre em contato com a Secretaria de Saúde local - Coordenação de Vigilância Sanitária e conte o que aconteceu;
  • Procure as Delegacias de Repressão a Crimes Contra a Saúde Pública, da Polícia Federal, e faça sua denúncia;
  • Ligue para o serviço de atendimento ao cliente do laboratório que fabrica o medicamento suspeito.
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