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28 de Junho de 2017

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Drones podem salvar vidas de quem sofre de ataques cardíacos

14/06/2017 10:45

Os drones poderiam ajudar a salvar a vida de pessoas que sofrem um ataque cardíaco, entregando desfibriladores antes da chegada de uma ambulância, de acordo com um artigo publicado na terça-feira na revista médica Journal of the American Medical Association.

Ao reduzir o tempo de intervenção após uma parada cardíaca, a entrega do kit por drones pode aumentar as chances de sobrevivência das vítimas, disse o estudo, realizado por pesquisadores suecos. Testes com drones na Suécia mostraram que eles podem entregar um desfibrilador no local onde se encontra o paciente em média 16 minutos mais rápido do que um veículo tradicional de emergência médica leva para chegar até a vítima.

Atualmente, pessoas que sofrem ataques cardíacos fora dos hospitais têm uma taxa de sobrevivência de 8% a 10% nos Estados Unidos. Reduzir o tempo de acesso a uma desfibrilação – que reinicia o coração com um pulso elétrico – é um fator-chave para aumentar as taxas de sobrevivência.

Pesquisadores do Karolinska Institutet em Estocolmo realizaram testes perto da capital sueca e concluíram que um drone com controle remoto equipado com um desfibrilador externo e guiado por GPS e câmeras poderia ser ativado por um despachante de serviços de emergência.

Mais de 350 mil paradas cardíacas são registradas por ano nos Estados Unidos, de acordo com a American Heart Association.

Para o estudo, a Agência de Transporte sueca equipou um drone com um desfibrilador e o colocou em uma estação de bombeiros ao norte de Estocolmo. Foram realizados 18 testes para locais dentro de um raio de cerca de 10km, com uma distância média de 3,2km.

O tempo médio para o drone chegar aos locais foi de 5,21 minutos, contra 22 minutos de um veículo de serviços médicos de emergência.

— Economizar 16 minutos provavelmente será clinicamente importante. No entanto, são necessários mais voos de teste, desenvolvimento tecnológico e avaliação de integração com centros de despacho e administradores de aviação — disseram os autores do estudo.

Fonte: Jornal de Santa Catarina
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