Iniciou júri popular dos acusados de assassinar homem em Ilhota - Rádio Sentinela do Vale

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Iniciou júri popular dos acusados de assassinar homem em Ilhota

30/11/2016 11:06

Pontualmente às 9h24 desta quarta-feira, 30 de novembro, a juíza da 3ª Vara da Comarca de Gaspar, Graziela Shizuiho Alchini, deu início ao júri popular dos acusados pelo assassinato de Ilandir Borba, de 44 anos, em junho de 2011. O julgamento teve início com o sorteio dos jurados e, logo em seguida, os acusados Vilmar Antônio Cassiano e Natalicio Ferreria Duarte entraram na sala para acompanhar a segunda parte do júri, onde são ouvidas as testemunhas.

Durante toda a manhã, serão ouvidas três testemunhas por parte da acusação e duas por parte da defesa de Vilmar. O advogado de Natalicio não apresentou testemunhas para o caso. Ainda antes do meio dia os dois acusados serão interrogados.

De acordo com a promotora Chimelly Louise de Resenes Marcon, que atua na acusação dos réus, a previsão é de que o júri se estenda até a noite e que a sentença seja liga por volta das 23h.
Os advogados de defesa dos dois acusados não autorizaram a imprensa a tirar fotos dos clientes.

Entenda o caso

Ilandir Borba, de 44 anos, foi assassinado em 17 de junho de 2001, na localidade do Braço do baú, em Ilhota. Seu corpo foi encontrado no quarto, próximo a cama, com uma perfuração no pescoço.

O homem trabalhava como chacreiro do local há quatro meses e a casa pertencia a Jonas Maria Ribeiro. Na época, quem encontrou o corpo foi o pai de Jonas, Antônio Ribeiro, que foi até o sítio levar ração para os peixes.

No início, a Polícia Civil trabalhou com a hipótese de latrocínio, roubo seguido de morte, pelo fato de a motocicleta da vítima ter sido roubada no dia do assassinato. Anos mais tarde, em 2011, Natalício Ferreira Duarte, foi preso em Porto Santana, no distrito de Porto Barreiro, no Paraná, acusado pelo crime.

Durante as investigações, a polícia chegou ainda a outro nome envolvido no crime, o de Vilmar Antônio Cassiano. Após, os policiais chegaram a conclusão de que Vilmar seria o mandante do crime e Natalício o responsável pelo assassinato. Segundo os responsáveis pela acusação, Vilmar teria mandado matar Ilmo após discussões sobre caça a animais e por ciúmes da amizade da esposa com a vítima.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Vale
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