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Gaspar / SC
06 de Dezembro de 2019

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Pais da menina Larissa pedem ajuda para tratamento da filha que tem hidrocefalia

15/08/2019 09:48

A menina Larissa, nasceu de 27 semanas como sequela, desenvolveu hidrocefalia, paralisia sindrome de West e puberdade precoce. Atualmente ela  tem dois anos e seis meses e já passou por nove cirurgias várias internações, sete meses de UTI,  ainda não anda,não fala não senta e perdeu parte da visão

A família da pequena Larissa está precisando de ajuda para continuar com  tratamento. Os pais  Cleverson e Mônica  Kuassniak, estiveram na Radio Sentinela para pedirem ajuda da comunidade, eles lançaram uma campanha com título Vaquinha, pedirem doação de qualquer valor através de transferência que devera ser feita pelo link do facebook.

Larissa ficou em casa por um ano, mas devido a gravidade de seus problemas de saúde retornou para o hospital várias vezes e ainda permanece na UTI do Hospital Santo Antônio em Blumenau sem previsão de alta.

Os pais gastam em torno de 800 reais com a compra de um medicamento para a sistema neurológico além de outras despesas.

Segundo Cleverson e Mônica quando a menina ganhar alta serão necessários vários equipamentos para dar mais conforto para  menina e assim prosseguir com o tratamento necessário. Só a cadeira adaptada custa em torno de 13 mil reais e só pode ser comprada em São Paulo. 

Quem tiver interesse em ajudar poderá clicar no link abaixo e doar qualquer valor .

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/larissa-larissa-micheli-brugge-de-almeida-kuassniak?utm_campaign=whatsapp&utm_content=623748&utm_medium=website&utm_source=social-shares

 Reportagem: Gil Dias

 

O que é Hidrocefalia 

Hidrocefalia (hidro = água + céfalo = cabeça) é uma condição que se caracteriza pelo acúmulo do líquido cefalorraquidiano (LCR) nos ventrículos cerebrais (cavidades intercomunicantes localizadas em áreas do encéfalo) e no espaço subaracnoide entre as membranas aracnoide e pia-mater das meninges. Esse acúmulo pode ser causado por um desequilíbrio entre a produção e a reabsorção do líquido cefalorraquidiano ou por algum tipo de obstrução que impeça sua circulação e drenagem. O fato é que o excesso retido faz os ventrículos cerebrais dilatarem, o que pode provocar compressão e danos nas estruturas encefálicas.

A hidrocefalia pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais comum nas crianças e nos idosos.

O sistema nervoso central (SNC) é constitído pelo encéfalo (cérebro, bulbo e cerebelo) e pela medula espinhal. Essas estruturas são banhadas pelo líquido cefalorraquidiano (LCR), uma solução estéril produzida continuamente pelos vasos capilares do plexo coroide localizado nos ventrículos cerebrais (são quatro ao todo: dois laterais, o terceiro e o quarto ventrículo). Ele age como elemento de proteção dos centros nervosos, uma vez que amortece o impacto de choques contra o encéfalo e a medula espinhal. Está também entre suas funções transportar nutrientes essenciais para o cérebro, remover os resíduos metabólicos e manter a pressão intracraniana em níveis ideais.

Também conhecido por líquor ou fluido cerebroespinhal, o LCR circula por uma rede de canais existentes no sistema nervoso central e é absorvido pela corrente sanguínea de tal modo que sua renovação completa ocorre de duas a três vezes por dia.

 Causas

A hidrocefalia pode ser congênita ou adquirida.

A forma congênita está presente no nascimento, mas pode ser identificada dentro do útero materno ou manifestar-se apenas ao longo dos primeiros meses de vida. Apesar de nem sempre ser possível determinar a causa exata do distúrbio, é certo que estão envolvidos fatores genéticos e hereditários, assim como a ocorrência de doenças infecciosas (toxoplasmosecitomegalovirusrubéolasífilismeningite etc.), e o uso de drogas (cocaína, por exemplo) durante a gestação.  A espinha bífida (mielomeningocele), má-formação da medula espinhal e das estruturas que a protegem, é causa frequente da hidrocefalia congênita. Bebês prematuros e de baixo peso ao nascer também correm risco maior de apresentar a enfermidade.

A forma adquirida pode manifestar-se em qualquer idade e ser causada por infecções e tumores cerebrais, traumatismos cranianos, hemorragias ou AVC, por exemplo. Outra causa possível é a neurocistecercose, infecção provocada pela larva da Taenia solium, verme parasita do porco, que tem no homem o hospedeiro final. Esse verme, conhecido popularmente por solitária, pode atacar o cérebro e espalhar-se pela medula espinhal, acarretando sequelas neurológicas potencialmente mortais.

 

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