Sobe para 70 o número de cidades infestadas pelo Aedes aegypti - Rádio Sentinela do Vale

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17 de Agosto de 2018

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Sobe para 70 o número de cidades infestadas pelo Aedes aegypti

04/05/2018 10:53

O número de cidades infestadas pelo mosquito Aedes aegypti em Santa Catarina continua crescendo. Até esta quinta-feira, 70 municípios estavam nesta condição, conforme o boletim divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC (Dive-SC). O número representa um aumento de 25% se comparado com o mesmo período de 2017, quando 56 cidades sofriam com os focos do inseto transmissor de dengue, zika vírus e chikungunya. 

No último relatório, divulgado no fim de abril, havia 69 cidades infestadas, principalmente na região Oeste e no Litoral. Agora, houve a inclusão de São Miguel da Boa Vista. Conforme a Dive, dos 64 municípios que estavam infestados em fevereiro deste ano e que receberam orientações para a redução desse índice, 63 atenderam ao pedido — São José foi a única exceção. Da mesma lista, 17 apresentaram alto risco para a transmissão das doenças, 33 tinham médio risco e outros 13, baixo risco. Entre as cidades classificadas como alto risco, 15 estão na região Oeste.  

Ainda de acordo com a Dive, atualmente o número de focos de Aedes aegypti é 48,8% maior que no ano passado. Entre dezembro de 2017 e 28 de abril deste ano já foram identificados 9,1 mil focos do inseto em 143 municípios catarinenses. No mesmo período entre 2016 e 2017 havia 6,1 mil focos identificados em 123 cidades. 

Também entre dezembro do ano passado e abril deste ano, a Vigilância Epidemiológica já notificou 846 casos de dengue no Estado, sendo que 21 deles (2%) foram confirmados, dos quais 14 são autóctones, ou seja, tiveram transmissão dentro de Santa Catarina. Todos têm como local provável de transmissão a cidade de Itapema. 

Nesta quinta-feira, Pinhalzinho, no Oeste do Estado, registrou o primeiro caso de dengue. O paciente mora em Brasília e estava na região a passeio quando foi diagnosticado. Nestas circunstâncias, o caso é considerado importado, pois foi contraído fora do Estado. Dos confirmados, cinco foram transmitidos fora e outros três em Santa Catarina. 

Dos casos notificados, 43 estão inconclusivos e outros 657 foram descartados por apresentar resultado negativo. Outros 125 casos ainda estão sendo investigados. Em comparação com o último relatório, houve o aumento de sete casos autóctones e um importado. Se comparado com o mesmo período de 2017, quando 1,4 mil casos foram notificados, houve redução de 43%. Apesar disso, foi observado o aumento no total de confirmações. Em 2017, haviam sido confirmados sete casos, e agora foram 21.

Chikungunya e zika vírus

Entre o fim do ano passado e abril deste ano, 170 casos de febre  chikungunya foram notificados em Santa Catarina, sendo que oito deles (5%) foram confirmados, 123 descartados e outros 39 continuam sob suspeita. Do fim de abril até agora, houve a confirmação de mais um caso importado, em Itajaí. No ano passado, todos os 16 casos confirmados neste mesmo período eram importados. 

Já com relação ao zika vírus, foram notificados 39 casos no período, nenhum confirmado: 31 deles foram descartados, quatro suspeitos e outros quatro inconclusivos. Na comparação com 2017 houve a redução de 19% na notificação dos casos, caindo de 48 para 39.

Fonte: Diário Catarinense
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