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TSE garante a segurança da urna eletrônica em outubro

04/08/2014 20:06

A urna eletrônica é uma tecnologia brasileira criada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para dar mais agilidade, transparência e segurança às eleições. No dia 5 de outubro, mais de 140 milhões de eleitores irão às urnas, segundo estimativa do TSE.

A primeira votação por meio de urnas eletrônicas realizada no Brasil foi em 1996. Nas eleições municipais de 2000, a eleição foi totalmente informatizada.

O secretário de tecnologia da informação do TSE, Giuseppe Janino, explicou que mesmo nas regiões mais distantes do País, a urna eletrônica estará presente para garantir a segurança na hora do voto.

"Hoje, nós temos a maior eleição informatizada do mundo. Considerando que 100% dos pontos de votação - são mais de 425 mil sessões eleitorais - todas elas, a partir do ano 2000, funcionam eletronicamente".

Em 2008, o TSE iniciou um projeto piloto que utilizava o sistema biométrico de identificação dos eleitores. O sistema identifica as impressões digitais de cada eleitor, o que afastaria a possibilidade de fraude durante a votação. Pela biometria, é o próprio eleitor quem libera a urna eletrônica para votar, explica Janino.

"Não há duas digitais iguais no mundo. Esse é um dispositivo altamente preciso e confiável para a identidade do cidadão. Tornando qualquer tipo de documento de identificação secundário".

Neste ano, apenas 16 por cento, o que representa cerca de 22 milhões de eleitores, irão utilizar a identificação biométrica na hora do voto. Segundo o TSE, a meta é alcançar 100% do eleitorado até 2018.

Desde sua implementação, a segurança oferecida pela urna eletrônica divide opiniões entre os eleitores.

"Não sei se posso confiar 100%. Um hacker mesmo pode invadir o sistema, como invadiram já, em outros lugares, sistemas muito mais avançados, como nos Estados Unidos. Então, não sei se é muito confiável não. Mas acho que agora vai ficar melhor com a biometria".

Segundo o TSE, testes já foram realizados por uma equipe especializada e nem mesmo hackers conseguiram invadir ou danificar o sistema.

"Em 18 anos de utilização da urna eletrônica, sequer houve um registro de fraude devidamente apurado e comprovado".

Nas seções eleitorais que utilizarem a biometria, o eleitor deverá posicionar o dedo sobre o sensor biométrico, para identificação - sendo dispensada a assinatura do eleitor na folha de votação.

Na hipótese de problemas com o sistema biométrico, o mesário deverá verificar a foto constante no caderno de votação para só então autorizar o registro do voto.

Fonte: Rádio Câmara, repórter Thyago Marcel

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